Posts de Junho, 2009

#stick 23 – michael

Junho 26, 2009

Passado o momento que a adrenalina foi despejada na minha corrente sanguínea sem eu pedir, sequer sem querer que o fosse, percebo que todas as sensações que eu viesse a ter hoje, ganhariam qualquer competição do clichê da morte. Quaisquer opiniões seriam o ápce do senso comum. Sinto com verdade uma tristeza distante, que me inclui com sinceridade. Morrer nunca foi o meu forte, mas cada vez mais essa condição se confirma, mais eu me envolvo e mais eu sinto saudades presentes.

#sitck 22 – todos estão surdos

Junho 25, 2009

Discussões que estragariam meu final de semana: O diploma de jornalismo, A Lei antifumo, Um Deus que a pessoa internaliza de maneira particular, A parada cardíaca do Michael Jackson, novamente seguida do comentário: “Não adianta ter dinheiro” (baseado em fatos reais), O número de corpos do vôo da air france encontrados. Além, da dobradinha Xuxa e Ivete Sangalo.

#stick 21 – “o silêncio foi a 1ª coisa que existiu”

Junho 24, 2009

Ando inquieta demais e com uma pressa monstro. Cada vez mais objetiva, apesar de prolixa e contraditória. Hãm? Quanto mais elétrica, mais eu fico ansiosa e menos eu me disponho à discurso enrolão e linear que eu mesma posso fantasiar. Obrigada! Quanto mais eu mergulho no universo da lógica do papo do café de firma, mais eu faço equivalências referentes ao que diabos eu tenho feito de relevante nos últimos tempos (será que aquela fala ainda vai ser minha? oh, céus). Isso tudo libera toxinas que fazem meus lábios descascarem, meus trapézios enrijecerem e minhas pernas balançarem. Objetiva, prolixa, contraditória.

#stick 20 – De + o

Junho 3, 2009

A disciplina revira os teretetetês da Indústria Fonográfica Brasileira, é ótima, eu adoro e sou feliz por estudá-la, mesmo ainda não tendo encontrado aplicação objetiva, prática, tudo bem: rentável, para ela. Mas, tem uma questão (antiga, por sinal) que sempre me chamou atenção; não tem uma terça sequer, que não role uma associação, por mais irrelevante que seja a razão do assunto, entre Gil, Gal, Caetano, Bethânia e Chico, concordando algum dos nomes da trupe com a preposição de. É tipo um embotamento, uma LER, do imaginário da legitimação da música brasileira. Realmente, me intriga. Experimente se referir a eles usando do ou da. Uma espécie de um remorso reinará absoluto.